
1. Colocar identificação do animal na coleiraOs proprietários devem sempre deixar no animal uma coleira permanente com placa de identificação, com nome do animal e telefone(s) do dono. 2. Optar pela microchipagem Outra possibilidade é a microchipagem. “Os microchips são implantados no cão como uma aplicação de vacina. No caso de fuga, o animal que está devidamente identificado pode ser devolvido ao proprietário”, explica Cris Viviani. Mas o ideal, claro, é que o animal não chegue a fugir! “Deve ser tomado muito cuidado para que isso não aconteça. Além de se perder, o cão pode ainda ser atropelado, sofrer maus tratos, se machucar, sofrer em brigas com outros animais etc.”, ressalta a veterinária. 3. Ficar atenta à qualidade e ao estado da coleira É necessário tomar muito cuidado com coleira utilizada para levar o cão passear. “Sempre averigue se não está muito gasta ou ainda, abrindo os encaixes (o que é muito comum)”, destaca Cris Viviani. Ao comprar esse item, certifique-se de que é de boa qualidade e de que o tamanho é adequado às medidas do seu cão. 4. Nunca deixar o portão aberto Este é um cuidado fundamental, que evita que seu cão seja roubado ou se perca pelas ruas. “Nunca deixe o portão aberto, mesmo que ele esteja acostumado a dar uma volta no quarteirão sozinho. Ele pode encontrar uma fêmea no cio, por exemplo, e ir muito mais longe do que está acostumado. E quando perceber, provavelmente não saberá voltar”, alerta a veterinária. “Ao contrário do que muitos pensam, o cão perde, sim, a referência de sua casa, podendo nunca mais encontrar o caminho de volta”, diz. “Até existe treinamento apropriado que pode prevenir que seu cão fuja pelo portão, mas para esses casos mais específicos, é necessário consultar um especialista (adestrador) para ajudá-la”, diz Cristiane. Ou seja, se seu cãozinho ainda não é adestrado, não é indicado deixar portas e portões abertos! 5. Não deixar seu cão sair sozinho Muitas pessoas alegam que seu animal sabe “dar uma volta” sozinho, mas nesses casos o risco de ele ser roubado ou, simplesmente, se perder é muito grande (como citado acima). “Minha recomendação é: nunca deixe seu cão dar uma voltinha sozinho, mesmo que ele esteja ‘acostumado’ a isso”, alerta a veterinária Cris. “Você nunca sabe se ele encontrará uma pessoa mal intencionada nesse passeio. Além disso, você é responsável pelas ações dele, qualquer coisa que acontecer a outro cão (no caso de uma briga) ou ainda, a uma pessoa (uma mordida, por exemplo) é responsabilidade sua”, destaca Cris Viviani. “Outra coisa que devemos pensar é na sujeira que o seu animal poderá deixar na calçada do outro. Será que seu vizinho que optou por não ter cachorro gosta de limpar a sujeira de seu cãozinho? Quando ele passeia sozinho, você não tem a possibilidade de recolher suas fezes e descartá-la da forma correta”, explica a veterinária. 6. Exigir cuidado nos passeios Ao deixar seu cão ser levado para o banho ou para um passeio com outra pessoa, sempre exija que vá identificado e peça o máximo de cuidado. “Só deixe-o ir tomar banho num pet de sua confiança. Já aconteceram muitos casos de cães que se perderam no caminho do pet shop, por isso, vale a pena pedir para a pessoa responsável sempre transportá-lo em caixa apropriada e ficar atenta a toda movimentação dele dentro do local”, explica Cris. Outra forma comum de roubo de cães de raça, destaca a veterinária, principalmente nas grandes cidades, acontece durante o passeio na rua com empregados, dogwalkers ou com adestradores. “Muitas vezes pede-se resgate pelo sequestro do cão, mas na maioria das vezes, eles são comercializados”, alerta. Neste sentido, é fundamental também entregar seu animal sempre a profissionais de confiança, com experiência comprovada na tarefa. Embora o sequestro do cão seja um acidente (e não aconteça por culpa do empregado, adestrador ou dogwalkers), é seguro saber que seu animalzinho está em boas mãos e que, com certeza, a pessoa responsável fará de tudo para que o passeio aconteça da melhor maneira possível. 8. Ter cuidado no passeio de carro O cão deve ser transportado preferencialmente numa caixa de transporte, destaca a veterinária Cristiane. “É muito mais seguro para ele e também para os passageiros. Mas se não for possível, o animal deve sempre ficar no banco de trás e com cinto de segurança apropriado ao tamanho do animal. Deve-se ainda ter o cuidado de manter janelas fechadas, principalmente ao parar o carro para abastecer, em semáforos etc.”, diz. “Ao descer ou subir o animal no carro, nunca faça sem coleira e guia, por mais que ele possa ir no colo do dono”, alerta a profissional. 9. Investir na segurança de toda a casa Nos dias atuais é impossível fechar os olhos aos diversos casos de furtos e sequestros que acontecem dentro das residências. |