
A função básica do corretor de seguros é planejar e vender segurança econômica, buscando sempre a melhor solução para cada caso específico, na mais estrita defesa do interesse dos consumidores (ou segurados), os quais representam junto às seguradoras.
A corretagem é um negócio que teve origem na prática mercantil e segue até os dias atuais devido a sua importância para o mercado consumidor. A intermediação do corretor de seguros, na contratação de apólices é uma garantia que o seguro contratado cumprirá sua finalidade, enquanto a venda feita por vendedores não habilitados representa um grande risco de problemas no futuro.
Aliado ao cumprimento de parâmetros estabelecidos pela legislação que rege os corretores há também a exigência da obtenção de certificação técnica pelos funcionários de corretoras de seguros, ambos os processos visando a qualidade dos serviços por meio de excelência no atendimento ao consumidor.
Dentro deste espírito de busca da melhor qualidade de serviços e maior segurança nas operações em uma atividade tão relevante para a sociedade e para a própria economia, é importante ressaltar que a atividade securitária é responsável não só pelo pagamento de indenizações e capitais segurados, mas também pela manutenção do equilíbrio econômico social que seus serviços podem garantir; tanto às empresas quanto às pessoas, assim, ao corretor, como efetivo representante dos segurados, cabe a importante tarefa de equalizar as várias facetas da relação segurados x seguradoras.
A participação do corretor, inclusive, pode e deve contribuir com o esforço de marketing do mercado securitário, contribuindo com sua visão entremeada ao do cliente de modo a que produtos possam ser desenvolvidos de forma cada vez mais precisa, atingindo com exatidão seus “targets” e gerando maior satisfação.
Aliás, o contato com os clientes, por si só, cria oportunidades para a correção de distorções e realização de novos negócios, face ao ambiente econômico e social atual em constante mudança.
De qualquer forma, os “players” do mercado de seguros enfrentam problemas comuns entre si. Entre eles: a pequena margem de folga para o consumo, o custo das apólices, a alta carga tributária inerente à comercialização, o baixo incentivo fiscal, a burocracia, a fraude, as estratégias de divulgação dos produtos em todas as carteiras, e um melhor entendimento das pessoas em relação aos benefícios e condições do produto adquirido. Em suma, o corretor profissional precisa especializar-se constantemente para dar conta das questões envolvidas na operação de seguros.
É possível haver a oferta do preço justo do risco dentro de um padrão ético de comercialização, transparência na apresentação e observação das realidades regionais de consumo, tudo na forma de um processo sinérgico que incentive o consumo do seguro e propicie a tranquilidade social.
Hoje, o corretor de seguros é uma peça fundamental nas negociações e contratos envolvendo segurados e Companhias de seguros. Um legítimo Consultor de Riscos, que conhece a realidade exata das necessidades securitárias de seus clientes, buscando e ajustando produtos aos formatos necessários, cumprindo seu importante papel na manutenção da segurança da sociedade.
O objetivo final - o atendimento das necessidades do consumidor - é a guia que orientará todos os passos destes processos, cujo resultado produzirá qualidade, tranquilidade e sucesso para todas as partes envolvidas.
| Informativo "O Segurado" - Outubro de 2009 |