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Previdência privada: cada vez mais importante após reformas do Governo e aumento da longevidade


Novas tecnologias e avanços médicos têm garantido aumento progressivo na longevidade humana – hoje já é cada vez maior o número de pessoas vivendo acima dos 100 anos de idade. Isso potencializa o alerta: num futuro breve haverá mais idosos do que jovens trabalhando para contribuir com o sistema previdenciário e, com o saldo insuficiente (hoje já é deficitário), possivelmente veremos o fim da aposentadoria, justamente quando viveremos mais.

Para garantir uma aposentadoria tranquila o melhor caminho, principalmente neste momento, é dispor de um plano de previdência privada. Os planos mais comuns são o PGBL (Plano Gerador de Benefícios Livre) e o VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) e o que os diferencia é a tributação.

O PGBL é mais indicado para quem faz a declaração do imposto de renda, pois permite deduzir até 12% da renda bruta no ano, sobre o total de rendimentos tributáveis. Já o VGBL não dá opção de desconto do valor aplicado como abatimento no imposto de renda, mas possibilita que o resgate do imposto seja abatido sobre a rentabilidade acumulada, sendo mais indicado para quem faz a declaração simples do imposto de renda ou é isento. A contratação leva em conta o valor e o tempo que a pessoa deseja contribuir para melhor garantir a permanência de seus rendimentos.

O pagamento da aposentadoria do INSS na maioria das vezes é inferior ao salário recebido pelo trabalhador durante sua atividade profissional, fazendo com que muitos continuem a trabalhar mesmo aposentados para manter seu padrão de vida. Os planos de previdência privada, que eram uma proteção complementar, agora são vistos como indispensáveis para a garantia de renda na velhice.