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Férias tranquilas

O primeiro passo é decidir, no caso de cachorros, se quer ou não levar. Para isso, analise se o lugar para onde você esta indo será bom para seu cãozinho. Pesquise sobre se há presença de doenças endêmicas, como a dirofilariose (conhecido popularmente como verme do coração) ou leishmaniose, ambas presentes em regiões litorâneas. Verifique o acesso ao atendimento veterinário na região e fique com o número do celular do veterinário e um estojo de primeiros socorros. Além disso, se pergunte sobre a atenção que você poderá oferecer a ele e se as estruturas serão cômodas. Enfim, não o coloque em uma situação desconfortável. Verifique, ainda, se ele está em dia com a vermifugação e vacinas.

Para transportá-lo em carros o ideal é a caixa de transporte, mas se optar pela coleira use uma peitoral ou um cinto de segurança, e não o deixe solto para evitar multas e acidentes. Evite que ele coloque a cabeça para fora do carro,. Isso pode causar otite e lesões oculares. Nunca o deixe trancado no carro ao sol, cuidado com a hipertermia (temperatura do corpo elevada). Em viagens aéreas pesquise sobre a empresa e verifique as normas exigidas e a possibilidade dele viajar junto a você. Caso o animal enjoe, consulte o veterinário sobre medicamentos e dosagens que podem ser ministrados.

Se optar por deixar seu pet, uma opção são os hoteizinhos.

Gatos podem ficar bem recebendo apenas comida e água fresca, eles sentem falta de companhia, porém lidam melhor com a situação que os cachorros. Os cães precisam de mais assistência caso decida por deixá-lo em casa. No caso de gato, conte com alguém conhecido e de confiança para ir trocar a água e colocar comida. E se for um cachorro, contrate um profissional de sua confiança e de confiança dele para passear com o bicho. As férias podem ser boas para você e para eles!

Informativo "O Segurado" - Janeiro de 2015